Funil de vendas, mercado de luxo e inteligência artificial
22 de dezembro de 2017
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Funil de Vendas
Separamos 3 dicas que Rodrigo Lucena, corretor e fundador da empresa BrokerHunter, apresentou durante sua palestra no Conecta sobre a metodologia do funil de vendas. Confira!
Rodrigo Lucena, corretor e fundador da empresa BrokerHunter
1 – Ter conhecimento sobre a experiência do usuário/cliente
As pessoas usam canais diferentes e têm experiências diferentes. Temos essa clareza graças às mídias online. O comportamento de um cliente ao acessar uma rede social, como Facebook ou Instagram, é diferente quando comparada ao momento que ele acessa um portal imobiliário. Concluímos então que não adianta forçar uma venda nas redes sociais se o possível cliente busca apenas conteúdo. Acompanhar o que as pessoas fazem em cada plataforma – Facebook, Youtube, Instagram – é essencial para oferecer o que ela procura e dar início a um relacionamento.2 – Geração de tráfego
Os corretores precisam fazer com que potenciais clientes acessem seus sites, blogs e redes sociais. Isso significa gerar tráfego, que aumenta o: Poder de transmissão Capacidade de alcance Chances de realizar conversão Apresentamos o comparativo de duas situações relacionadas ao tráfego: Tráfego de plantão possui capacidade de alcance baixo, porque depende dos potenciais clientes irem exclusivamente ao plantão. Por outro lado, o poder de transmissão é alto. Como a pessoa se dispôs a ir ao local do plantão, dá para passar um bom tempo com ela sobre o produto, aumentando as chances de conversão. Na internet, a capacidade de alcance e o poder de transmissão são altos. A taxa de conversão, porém, é menor quando comparada a um plantão. Isso faz com que seja preciso aumentar cada vez mais alcance e transmissão.3 – Produzir conteúdo e fazer a publicação na plataforma que o usuário tenha a experiência correta
Para ganhar tráfego (que falamos na dica 2) e ter mais chances de conversão, precisamos produzir conteúdo e divulgar estrategicamente pensando na experiência do nosso público. No Facebook, por exemplo, é interessante apresentar o produto e gerar a necessidade antes de apresentar o preço. Deixar as pessoas com mais vontade de informações aumenta as chances de nos procurarem e assim iniciar um relacionamento.Mercado imobiliário de luxo
Marcelo Romero, CEO da imobiliária Bossa Nova Sotheby’s International Realty, compartilhou informações sobre o público que compra imóveis de luxo. Confira o perfil dos clientes desse nicho do mercado imobiliário!
Marcello Romero, CEO da Bossa Nova Sotheby’s
No Brasil, mais de 194 mil pessoas detêm R$ 951 bilhões de dólares. Dentro desse grupo:
33% são responsáveis pelo efeito “manada”, ou seja, são influenciadores. Por exemplo: se esse grupo aluga imóveis na Suíça, eles influenciam a outra parte do público;
10% se envolve com questões ecológicas;
9% nasceram em famílias ricas;
7% acreditam que o consumo deve ser compartilhado para sua família;
6% compram apenas para dizer que tem.
Outro dado mostra que:
80 mil paulistanos têm uma segunda residência fora do país.
Chatbot e Inteligência Artificial
Rodrigo Scotti, CEO da startup Nama
Rodrigo Scotti, CEO da startup Nama, que trabalha com chatbots, mostrou como essa tecnologia pode tornar o atendimento mais simples e diminuir gastos. Números apresentados por Rodrigo mostram que:
40% dos clientes preferem atendimento via chat;
E-commerce que usa um chat básico manual tem um crescimento de 30% nas chances de vendas;
Com o uso de uma Inteligência Artificial simples, é possível economizar até 70%, além de ganhar mais escala no atendimento;
80% das empresas norte-americanas planejam investimento em chatbots, o que pode levar a uma economia de mais de R$ 100 bilhões;
Mais de 60% das pequenas e médias empresas no Brasil tem intenção de investir em chatbots para ter um ganho operacional em grande escala, principalmente na área de atendimento.





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